Terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Santos Inocentes (mártires), ofício festivo, 1ª Semana do Saltério, Livro I, Cor vermelha

 

Hoje: Dia do Salva-Vidas

 

Santos: Antônio de Lérins (eremita), Castor, Vítor e Rogaciano (mártires da África), Cesário da Armênia (mártir), Donião de Roma (presbítero), Êutico e Domiciano (presbítero e diácono, respectivamente, mártires de Ankara, na Galácia), Govana de Wales (mãe de família), Indes, Domna, Ágape e Teófila (virgens, mártires da Nicomédia), Morgan da Ilha de Man (bispo), Rômulo e Conindro (bispos), Santos Inocentes (meninos mártires, assassinados pelo rei Herodes), Trôade do Ponto (mártir), Oto de Heidelberg (eremita, bem-aventurado).

 

Antífona: Os meninos inocentes foram mortos por causa do Cristo. Eles seguem o Cordeiro sem mancha e cantam: Glória a ti, Senhor!

 

Oração: Ó Deus, hoje os santos Inocentes proclamaram vossa glória, não por palavras, mas pela própria morte; dai-nos também testemunhar com a nossa vida o que os nossos lábios professam. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na Unidade do Espírito Santo.

 

 

Leitura: I Carta de São João (1Jo 1, 5-2,2)
O sangue de Jesus nos purifica

 

Caríssimos, 5a mensagem, que ouvimos de Jesus Cristo e vos anunciamos, é esta: Deus é luz e nele não há trevas. 6Se dissermos que estamos em comunhão com ele, mas andamos nas trevas, estamos mentindo e não nos guiamos pela verdade. 7Mas, se andamos na luz, como ele está na luz, então estamos em comunhão uns com os outros, e o sangue de seu Filho Jesus nos purifica de todo pecado. 8Se dissermos que não temos pecado, estamos enganando a nós mesmos, e a verdade não está dentro de nós. 9Se reconhecermos nossos pecados, então Deus se mostra fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda culpa. 10Se dissermos que nunca pecamos, fazemos dele um mentiroso e sua palavra não está dentro de nós. 2,1 Meus filhinhos, escrevo isto para que não pequeis. No entanto, se alguém pecar, temos junto do Pai um defensor: Jesus Cristo, o Justo. 2Ele é a vitima de expiação pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro. Palavra do Senhor!

 

 

Comentando a I Leitura

Andar na luz: a questão do pecado

 

Parte da mensagem para os cristãos é que há uma esfera de vida e justiça que pode ser chamada “luz”. É a esfera de Deus, pois “Deus é luz” (v.5). Mas há também outra esfera, que é a das trevas, da inverdade, e há os que andam nela. Para estar em comunhão com Deus (v.6) e uns com os outros (v.7), precisamos andar na luz, purificados do pecado pelo sangue do Filho de Deus (v.7). Essa purificação exige de nós um reconhecimento pessoal de nosso pecado, que será respondido pela purificação que vem de Deus, Fingir que nunca pecamos é, em si, uma mentira que continuaria a nos ligar à esfera das trevas (vv. 8-10). Essa confissão de pecado não é, de modo algum, sinal de que o pecado não faz diferença na vida cristã. O propósito de nosso autor ao escrever é afastar os cristão do pecado (2,1). Contudo, embora ele viva a luz, ela não o cega; ele vê que os cristão podem pecar e, às vezes, ainda pecam. Cristo, entretanto, continua eficiente, como intercessor (Paráclito) e vitima de expiação pelo pecado, não só por nós , mas pelo mundo inteiro (2, 1-2). [COMENTÁRIO BÍBLICO, ©Loyola, 1999]

 

 

Salmo: 123 (124), 2-3.4-5.7b-8 (R/.7a)

Nossa alma como um pássaro escapou
 do laço que lhe armara o caçador

 

2Se o Senhor não estivesse ao nosso lado, quando os homens investiram contra nós, 3com certeza nos teriam devorado no furor de sua ira contra nós.

 

4Então as águas nos teriam submergido, a correnteza nos teria arrastado, 5e então, por sobre nós teriam passado essas águas sempre mais impetuosas.

 

7bO laço arrebentou-se de repente, e assim nós conseguimos libertar-nos. 8O nosso auxílio está no nome do Senhor, do Senhor que fez o céu e fez a terra!

 

 

Evangelho: Mateus (Mt 2, 13-18)

Massacre das criancinhas de Belém

 

13Depois que os magos partiram, o anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse: "Levanta-te, pega o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise! Porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo". 14José levantou-se de noite, pegou o menino e sua mãe, e partiu para o Egito. 15Ali ficou até a morte de Herodes, para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: "Do Egito chamei o meu filho". 16Quando Herodes percebeu que os magos o haviam enganado, ficou muito furioso. Mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o território vizinho, de dois anos para baixo, exatamente conforme o tempo indicado pelos magos. 17Então se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias: 18"Ouviu-se um grito em Ramá, choro e grande lamento: é Raquel que chora seus filhos, e não quer ser consolada, porque eles não existem mais". Palavra da Salvação!

 

 

 

Comentário o Evangelho

O princípio de continuidade entre o

povo antigo e o povo novo é Jesus.

 

O Sonho de José traduz a singularidade da sua missão na condução e proteção de Jesus. Ele continua em seu papel de confidente sofrido e eficiente: é ele quem enfrenta os problemas domésticos e transcendentais, e os resolve, executando ordens divinas. Os sonhos são meios com que Deus dirige a seu povo.

 

O Egito era o lugar tradicional de refúgio conforme o AT alude nos casos de Abraão (Gn 12,10), Ló (Gn 19,15), Jacó (Gn 46, 2-4; 1Sm 12,8); José (Gn 39, 1-23), Moisés (Ex 1, 1-7; 2,15), Jeroboão (1Rs 11,40) e Jeremias (Jr 43-44).

 

Tal qual Moisés (Ex 2, 1-9), Jesus é salvo de morte promovida pelo tirano Herodes; como acontece com o fundador do povo de Israel (Ex 4, 19-23), Jesus precisa fugir com sua família. Esse texto é parecido com a infância de Moisés, descrita pelas tradições: segundo as quais, quando o nascimento da criança foi anunciado, ou por meio de visões, ou por intermédio dos mágicos, o Faraó mandou matar as crianças recém-nascidas. A matança dos inocentes lembra o extermínio dos meninos israelitas (Ex 1, 15-16) e o pranto de Raquel tinha anunciado: “Do Egito chamei meu filho” (Os 11,1). A citação de Oseias coloca esta parte do itinerário do Messias dentro da estrutura da vontade de Deus. Ela concentra-se em Ramá, lugar cerca de oito quilômetros ao norte de Jerusalém. Ramá foi o lugar onde morreu Raquel, mulher de Jacó; era também o lugar onde, no século VI a.C, reuniam-se os judeus que partiam para o exílio babilônico. Ela não só identifica Jesus como o Filho de Deus, mas também sugere que ele é a personificação do povo de Deus. 

 

Só depois da morte de Herodes, em 4 a.C., houve segurança para Jesus voltar à Palestina. Deus chama Jesus do Egito a fim de criar um povo novo. O princípio de continuidade entre o povo antigo e o povo novo é o judeu Jesus.

 

O massacre de inocentes, infelizmente, ainda acontece no nosso mundo atual e real. A matança dos inocentes lembra o caso recente de uma mãe que jogou o seu filho recém-nascido por cima de um muro de quase dois metros de altura, no quintal de uma casa da periferia de Belém, Estado do Pará, para livrar-se de um filho indesejado e concebido pelo erro e pela ilegalidade. Lembra ainda um caso parecido que aconteceu 2006, quando uma mãe desalmada jogou sua filha de três meses na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. São dois casos mais significantes veiculados pela imprensa nos últimos tempos, que pouco reflete tantas barbaridades que acontecem com inocentes e incapazes pelo mundo afora, ora por estupros, ora por abandonos, entre tantas atrocidades. Nos dois primeiros casos quis o Senhor preservar a vida das duas vítimas inocentes para dar uma grande lição de vida às mães (o arrependimento é muito pouco) e à humanidade, testemunho de que Ele está sempre acima do tempo e dos cenários dos nossos devaneios. [Everaldo Souto Salvador, ofs, edd@mundocatolico.com.br]

 

 

Oração da Assembleia (Liturgia Diária)

Livrai-nos, Senhor, das trevas do pecado e do desânimo. Ficai conosco, Senhor.

Aumentai a nossa fé, para que vos possamos servir com alegria.

Protegei as crianças da violência doméstica e social.

Abençoai todos os que têm responsabilidades para com a sociedade.

A Lembrai-vos dos encarcerados e dos que vivem longe da sua pátria.

(Outras intenções)

 

 

Oração sobre as Oferendas:

Recebei, ó Deus, nós vos pedimos, as oferendas do vosso povo e purificai os que celebram com piedade os vossos mistérios, pelos quais concedeis a salvação mesmo àqueles que não vos conhecem. Por Cristo, nosso Senhor.

 

Antífona da comunhão:

Os meninos de Belém foram resgatados dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro, e o acompanham por toda parte. (Ap 14,4)

 

Depois da Comunhão:

Ó Deus, concedei vossa copiosa salvação aos que se alimentam à vossa mesa, neste dia em que a Igreja celebra os mártires inocentes que, não chegando a balbuciar o nome do vosso Filho, foram glorificados pela graça do seu nascimento. Por Cristo, nosso Senhor.

 

 

Os santos inocentes

                                                                                                                                                                                                                                                                     

Todos os calendários litúrgicos orientais incluem esta Festa. No ano litúrgico, que se desenvolve segundo a narração cronológica dos fatos evangélicos, o relato do "morticínio dos inocentes" (Mt 2,13-18) encontrou sua posição lógica ao lado do mistério do Natal. A Festa e o culto dos Santos Inocentes, que "confessaram a Cristo não com a palavra mas com a morte", lembram-nos que o martírio, antes de ser uma homenagem do homem a seu Deus, é uma graça, um dom gratuito do Senhor. Louvar a Deus pelo sangue de crianças inocentes deixa de parecer um absurdo para quem sabe contemplar na fé o Cordeiro, Jesus Cristo, vencedor de todo mal. Os primeiros capítulos do Evangelho de Mateus sublinham um de seus temas principais: apresentar Cristo como o novo Moisés, que tem o direito de discutir a lei e dispensar dela os seus discípulos. Por isto, Mateus escolhe as tradições da infância de Jesus que estabelecem um paralelo entre ele e Moisés. O nascimento de ambos coincide com um morticínio de meninos hebreus (Ex 1,8-2,10 e Mt 2,13-18), ambos vão ao Egito (Ex 3,10 e Mt 2,13-14), ambos realizam a palavra: "do Egito chamei meu filho" (Mt 2,15; Os 11,1; Ex 12,37-42). A narração de Mateus não põe a tônica no morticínio em si, porém antes na vocação do novo Moisés, já delineada pelos acontecimentos de sua infância. (Missal Cotidiano, Paulus)

 

 

 

O martírio dos inocentes

Pe. Pavlos([1])

Festa dos Santos Inocentes: foi introduzida na Igreja Oriental no século IV e reveste-se da alegria do martírio. Herodes vendo-se iludido pelos Magos que regressaram aos próprios países por outro caminho, ordenou a horrível matança dos meninos de Belém e dos arredores, de idade inferior a dois anos, no intuito de matar o "Rei dos Judeus" recém-nascido. A morte fez-se presente em muitas famílias e a dor instalou-se nos corações das mães que viam ser arrancados de seus braços os seus filhos para serem executados a olhos vistos.

 

A Sagrada Família, no entanto, escapou a este flagelo graças aos avisos do Anjo que apareceu a José, alertando-o que fugisse com Maria e o Menino para o Egito. Relata a tradição que cerca de 30 meninos abaixo de 2 anos foram assassinados à espada, por ordem do tirano Herodes. A Igreja os proclama mártires, pois suas vidas foram arrancadas  como consequência da certeza de que o Messias já estava entre os homens. Deram suas vidas por Alguém que ainda não conheciam; foram testemunhas da Verdade ainda não plenamente revelada.

 

Tendo celebrado a Festa do Nascimento de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, segundo a Carne, a Igreja quer destacar neste domingo pós-Natal três nomes que são fundamentais para reforçar o Mistério da encarnação do Verbo: José, Tiago e Davi.

 

José é lembrado por ser homem de fé e que esteve ao lado do Menino como pai adotivo; Tiago aprece como personagem que vai confirmar o dogma da Virgindade de Maria antes e depois do parto; e Davi, porque de sua linhagem nasceu o Salvador, o Messias esperado.

 

José, Esposo de Maria: Baseados nos relatos da Genealogia, José é filho de Jacó ( Mt 1, 16) ou de Eli (Lc 3, 23) e esposo de Maria, a mãe de Jesus. Aparece nos evangelhos da infância em Mateus e Lucas como também em outros lugares, mas apenas como o humilde "Guardião" de Jesus (Lc 4, 22; Jo 1, 46; Jo 6, 42). No Evangelho de Mateus é chamado de o "Justo". A ele foi revelado o nascimento virginal de Jesus (Mt 1, 10-25).

 

Foi também responsável por Maria e Jesus durante a fuga para o Egito. São Mateus não menciona qualquer residência de José em Nazaré antes do retorno do Egito. Já, São Lucas, diz que Maria e José moravam em Nazaré antes mesmo do nascimento do Messias. Após a fuga para o Egito conforme as narrativas de São Lucas, José aparece como figura secundária, presente no Nascimento, na Apresentação do Menino no Templo, na perda e no Encontro de Jesus em Jerusalém. Após estes acontecimentos, a Sagrada Escritura nada mais menciona. "Por ser homem justo foi escolhido por Deus para guardar a virgindade de Maria com quem se casou aos 30 anos. Era carpinteiro, trabalhador, tanto que, em Nazaré, perguntaram em relação a Jesus, "Não é este o filho do carpinteiro?" (Mt 13, 55). Apesar de seu humilde trabalho e suas condições simples, José era de linhagem real. Lucas e Mateus citam sua descendência de Davi, o maior rei de Israel (Mt 1, 1-16 e Lc 3, 23-38). Realmente o Anjo, que primeiro conta a José sobre Jesus, o saúda como "filho de Davi", um título real usado também para Jesus.

 

José foi um homem compassivo, carinhoso. Quando soube que Maria estava grávida, ainda não tendo com ela se casado. sabendo que a criança não era sua, pois respeitava sua noiva, planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e sofrimento dela e do bebê. José sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte. Então, decidiu deixá-la silenciosamente para não expor Maria a vergonha ou crueldade (Mt 1, 19-25).

 

José foi um homem de fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele. Quando o Anjo apareceu a José em um sonho e contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, José imediatamente e sem questionar ou preocupar-se com o que poderiam dizer, tomou-a como esposa. Cita o Evangelho de Lucas que, tendo se completado o tempo para Jesus nascer, surgiu um decreto que todos deveriam se recensear na cidade de origem. Sendo José da casa de Davi, foi com Maria para Belém, nascendo lá o Salvador. Quando o Anjo de Deus reapareceu para lhe dizer que sua família estava em perigo, ele imediatamente deixou tudo o que possuía, todos os seus parentes e amigos, e fugiu para um país estranho, desconhecido, com sua jovem esposa e o bebê. Ele aguardou no Egito sem questionar até que o Anjo disse a ele que era seguro retornar (Mt 2, 13-23). José não era rico: quando levou Jesus ao Templo para ser circuncidado e Maria para ser purificada, ofereceu o sacrifício de um par de rolas ou dois pombinhos, o que era permitido apenas àqueles que não tinham condições de comprar um cordeiro (Lc 2, 24 . José amava Jesus. Sua única preocupação era a segurança desta criança confiada a ele. Ele não apenas deixou seu lar para proteger Jesus, mas na ocasião de seu retorno fixou residência na obscura cidade de Nazaré sem temer por sua vida. Quando Jesus ficou no Templo, José, junto com Maria, procurou por Ele com grande ansiedade, por três dias (Lc 2, 48). José tratava a Jesus como seu próprio filho, tanto que as pessoas de Nazaré constantemente repetiam com relação a Jesus, "Não é este o filho de José?" (Lc 4, 22) Pelo fato das Escrituras não citarem José nos fatos da vida pública de Jesus, em sua morte e ressurreição, muitos historiadores acreditam que provavelmente deve ter morrido antes que Jesus iniciasse seu ministério".

 

Tiago, irmão de Jesus: Os irmãos de Jesus são mencionados em Mt 12,46, Mc 3, 31; Lc 8, 19; Jo 2, 12; At 1, 14; 1Cor 9, 5 e Gl 1, 19. São mencionados quatro: Tiago, José, Simão e Judas (Mt 13, 55 e Mc 6, 13). A Igreja, em todos os Concílios, reafirmou a Virgindade de Maria antes e depois do parto, descartando a possibilidade de que estes fossem também seus filhos. Alguns Santos Padres inicialmente sustentaram a possibilidade de serem filhos do viúvo José, vindos de um casamento anterior. Esta possibilidade logo foi refutada uma vez que carecia de fundamentos.

 

Aprofundando a exegese Bíblica, os estudiosos encontram a resposta: o termo "irmão" na língua hebraica e aramaica, as línguas que Jesus falava e a língua usada para escrever alguns textos sagrados do Novo Testamento, designa todos os que pertencem a mesma tribo ou clã. Tiago e José, por exemplo, são filhos de Alfeu (Mt 10, 3) com outra mulher também chamada Maria, pertencente a mesma tribo de Israel . Doze eram as tribos e os membros de cada uma delas se chamavam entre si "irmãos". Outro reforço encontrado nos Evangelhos que descarta a possibilidade de Maria ter mais filhos é a seguinte questão: se Jesus tivesse de fato outros irmãos, filhos de Maria, por que entregaria sua Mãe aos cuidados de João quando estava suspenso à Cruz? Nada, nas Sagradas Escrituras, contradiz o dogma da Virgindade de Maria.

 

Se um Deus se fez humano, nossa vida humana está repleta desse mesmo Deus. (D. Bernardo Schuch)

 



[1] http://www.ecclesia.com.br (portal da Igreja Ortodoxa do Brasil, 2009)